Casa Revista de moda Obra de arte círculo social Transação imobiliária Notícias atuais MAIS

Novas empresas diminuem 2,1% até julho e insolvências sobem 13,0%

2024-08-08 HaiPress

Os diversos setores mostram comportamentos diferentes,pois enquanto metade dos setores caiu no indicador de criação de empresas,"a outra metade superou o número de constituições registadas no período homólogo",esclarece a Informa D&B em comunicado.

 

A construção,serviços gerais e tecnologias da informação e comunicação são os setores com maiores crescimentos absolutos na criação de empresas.

No caso da construção,atingiu 3.900 novas empresas criadas nos primeiros sete meses do ano,um crescimento de 8,6%,face a idêntico período do ano anterior.

Os serviços gerais,o segundo maior setor em número de constituições,cresceu 3,1% para 4.690 novas empresas no período analisado,impulsionado sobretudo pelo aumento do número de novas empresas de serviços de saúde,desporto e bem-estar.

No setor das tecnologias da informação e comunicação,o aumento foi de 5,5% (+104 constituições).

Entres os setores onde mais desce a criação de empresas,destacam-se os transportes,o alojamento e restauração e os grossistas.

Os transportes apresentaram uma queda de 25% (-970 constituições de empresas),uma tendência que vem desde o final do ano passado,depois de um enorme crescimento nos últimos anos,concentrado no transporte ocasional de passageiros em veículos ligeiros.

No caso do alojamento e restauração desce 4,5% (-145 constituições),uma queda onde se destaca o subsetor do alojamento de curta duração,que cai 24% (-146 constituições).

O setor grossista recua 9,1% (-129 constituições de empresas).

Já em termos de insolvências,a Informa B&D dá nota de que mais de metade dos setores de atividade viram aumentar estes processos.

No entanto,a subida concentra-se maioritariamente no setor das indústrias (+61% e +138 empresas com processos de insolvência),bem como nas indústrias de têxtil e moda,que viram o número de empresas com processos de insolvência mais que duplicar face aos primeiros sete meses do ano passado (+108% e +113 empresas).

Em termos de encerramentos,7.029 empresas fecharam até julho,uma queda homóloga de 7,6%.

Nos últimos 12 meses,a Informa B&D indica que encerraram 14.783 empresas,menos 2% (-309 encerramentos).

A descida nos últimos 12 meses é transversal à maioria dos setores de atividade,com destaque para o retalho (-5,4% e -121 encerramentos).

Este setor é o que maior descida apresenta neste indicador em termos absolutos,conclui.

Declaração: Este artigo é reproduzido em outras mídias. O objetivo da reimpressão é transmitir mais informações. Isso não significa que este site concorda com suas opiniões e é responsável por sua autenticidade, e não tem nenhuma responsabilidade legal. Todos os recursos deste site são coletados na Internet. O objetivo do compartilhamento é apenas para o aprendizado e a referência de todos. Se houver violação de direitos autorais ou propriedade intelectual, deixe uma mensagem.

Mais recentes

Expansão de resort do Fasano em destino de turismo de luxo na Itália vira batalha judicial

‘IA vai cortar pela metade o custo de novos remédios’, diz executivo de laboratório que desenvolve drogas contra doenças como Alzheimer

Lula repete a expansão pré-eleitoral de Bolsonaro, mas foca em crédito

Noruega trocou mais passes contra o Brasil do que diante de Estônia e Moldávia nas Eliminatórias

Michel Alcoforado, autor de 'Coisa de rico', traz monólogo inspirado no livro ao Rio

Mostra no Rio reúne trabalhos de Daniel Senise desde o ano 2000: 'Tem obras que levei dez anos para resolver. Em outras, o que mudou foi meu olhar'

© Direito autoral 2009-2020 Capital Diário de Lisboa    Contate-nos  SiteMap