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Guiana terá que 'aceitar a soberania' venezuelana na região em disputa, diz Maduro

2025-05-26 HaiPress

Presidente da Venezuela,Nicolas Maduro. — Foto: Pedro Rances Mattey / AFP

O presidente Nicolás Maduro afirmou neste domingo que "mais cedo do que nunca" a Guiana terá que "aceitar a soberania" da Venezuela sobre o rico território disputado por ambos os países há mais de um século.

Leia mais: Manobra militar na Guiana envolvendo Brasil e EUA envia recado à Venezuela sobre Essequibo às vésperas de eleição

Pela primeira vez,a Venezuela elegeu autoridades para tratar de assuntos relacionados à Guiana Essequiba,após aprovar uma lei que transforma essa vasta região em um dos 24 estados do país.

Venezuela e Guiana mantêm uma disputa centenária pelos 160 mil km² da região do Essequibo,que se intensificou em 2015 após a descoberta de jazidas de petróleo pela ExxonMobil.

A Guiana recorreu ao tribunal mais alto das Nações Unidas para que ratifique as fronteiras definidas em um laudo de 1899,que a Venezuela não reconhece. Caracas invoca o Acordo de Genebra,assinado em 1966 antes da independência guianense do Reino Unido,que anulou essa decisão e estabeleceu as bases para uma solução negociada.

"Irfaan Ali,presidente da Guiana,funcionário da ExxonMobil,mais cedo ou mais tarde vai ter que se sentar comigo para conversar e aceitar a soberania venezuelana",declarou Maduro após votar em Caracas nas eleições para governadores e deputados do Parlamento.

Ali declarou esta semana à AFP que considerava a eleição como uma "ameaça" ao seu país,embora também a tenha colocado no contexto da "propaganda" chavista.

A eleição venezuelana prevê um governador,oito deputados e legisladores regionais para o Essequibo. São cargos simbólicos,já que a zona está sob controle da Guiana.

"É o nascimento da nova soberania venezuelana",comemorou mesmo assim Maduro. "A República Cooperativa da Guiana tem sido uma ocupante ilegal como herança do império britânico,que ocupou ilegalmente esse território".

Maduro e Ali se reuniram em 14 de dezembro de 2023,em meio à tensão entre os dois países,que chegou a levantar alertas sobre um possível conflito bélico. Ambos se comprometeram a buscar saídas diplomáticas,embora os ataques por meio de declarações públicas sejam constantes.

A Corte Internacional de Justiça (CIJ) chegou a pedir a suspensão dessas eleições.

"Que ninguém meta o nariz nessa disputa histórica",declarou Maduro. "Agora,com um governador lá,com recursos,orçamento e com todo o apoio que vou dar,vamos recuperar a Guiana Esequiba para o povo".

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