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Argentina ratifica saída da OMS e estreita laços sanitários com os EUA

2025-05-27 HaiPress

O presidente da Argentina,Javier Milei — Foto: Arthur Menescal/Bloomberg

A Argentina ratificou nesta terça-feira sua decisão de se retirar da Organização Mundial da Saúde (OMS) e reafirmou suas afinidades em questões sanitárias com os Estados Unidos,no contexto de uma visita a Buenos Aires do secretário de Saúde norte-americano,Robert F. Kennedy.

O governo de Javier Milei justificou sua saída do organismo multilateral alegando,em um comunicado,que "as receitas da OMS não funcionam,porque não estão baseadas na ciência,mas sim em interesses políticos e estruturas burocráticas que se recusam a revisar seus próprios erros".

A decisão foi anunciada inicialmente em fevereiro pelo presidente ultraliberal,seguindo os passos de seu homólogo Donald Trump,que havia anunciado a saída dos Estados Unidos em janeiro.

OMS alerta para efeitos dos cortes de fundos dos EUA em áreas de conflitoOMS: 70% dos países já relatam interrupções nos serviços de saúde devido aos cortes de Trump

Na época,Milei qualificou a gestão da OMS durante a pandemia de covid-19 como "nefasta" e criticou sua "quarentena cavernícola".

O encontro entre Kennedy e o ministro da Saúde argentino,Mario Lugones,teve como objetivo definir "uma agenda de trabalho conjunto que permita fortalecer a transparência e a confiança no sistema de saúde,com foco em prevenção,segurança alimentar e eficiência dos gastos",informou o governo do país sul-americano.

- Junto com Robert Kennedy,acreditamos no futuro da colaboração em saúde global. Temos visões semelhantes sobre o caminho a seguir - declarou Lugones.

Kennedy,que deve se reunir com o presidente Milei na quarta-feira,conclamou na semana passada outros países a deixarem a OMS e criarem instituições alternativas,afirmando que essa agência da ONU está moribunda,em um vídeo transmitido durante a assembleia anual da ONU.

Em seu discurso,Kennedy afirmou que a OMS está sob influência indevida da China,da ideologia de gênero e da indústria farmacêutica.

O governo argentino também anunciou uma "revisão estrutural" dos organismos nacionais de saúde para "organizar,atualizar e dar transparência às estruturas e processos" do sistema sanitário,"que durante anos funcionaram com sobreposições,normas obsoletas e pouca supervisão".

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