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Primeiro dia de Rio2C traz mercado de games com Kings League e Olimpíadas de eSports no centro da discussão

2025-05-28 HaiPress

Cidade das Artes foi o palco da criatividade mundial durante o Rio2C — Foto: Divulgação

Começou nesta terça-feira,dia 27,o Rio2C,maior encontro de inovação e criatividade da América Latina,e um dos destaques do primeiro dia é o Summit Game+,braço dedicado ao mercado de games e eSports. Ao longo de todo o dia,painéis abordaram desde games como vitrine de negócios e gameficação de esportes tradicionais,até como o cenário competitivo pode impulsionar carreiras e atrair investimentos.

Um dos destaques foi o painel ‘Convergência Digital: Futebol,Games e o Futuro da interação com as gerações Z e Alpha’,em que foi discutido o consumo das novas gerações e a forma que esses jovens se relacionam com conteúdos esportivos. Em um bate-papo antes do painel,Leandro Valentim,fundador e CEO da Player 1,plataforma e ecossistema de games e eSports,destacou que os Jogos Olímpicos de eSports,que acontecem em 2027,se conectam diretamente com os novos consumos de gerações mais novas.

- Isso é uma mudança muito grande,porque a gente vai ter pessoas defendendo o seu país jogando vídeo game. É uma outra forma de orgulho. A gente viu isso acontecer com o skate. O brasileiro é muito assim,né? Quando disputa por medalha,quando representa seu país. Isso é uma mudança muito grande de paradigma – disse Valentim.

Sobre a Kings League Brasil,competição que rapidamente se destacou por reunir atletas,celebridades e influenciadores em uma versão gamificada do futebol,Valentim destacou que o modelo brasileiro da competição já foi um sucesso,com alguns ajustes. O CEO destacou que a rápida adesão das marcas brasileiras foi essencial para o sucesso da competição.

- A gente trabalha com eventos há muitos anos e as primeiras edições sempre são para validação,com uma certa dificuldade em ter uma abrangência de marcas e segmentos e na Kings League a gente já viu um sucesso muito grande.

Sobre o movimento de equipes tradicionais de futebol para campeonatos ou modalidades como a Kings League,Valentim disse que o problema está no modelo do país.

- O problema do futebol no Brasil,falando em times profissionais,é que enquanto não houver uma liga,um pensamento que vá além do ciclo político de um presidente que quer ou se reeleger,ou destruir o legado de seu antecessor opositor,não vai ter construção de coisas muito diferentes[...] A gente fala com os times de futebol sobre games e são conversas que não têm continuidade[...] É um olhar muito pouco profissionalizado no sentido de longo prazo – completou Leandro.

Rafael Gimenes,gerente de marketing da Kings League Brasil,elogiou o nível de imersão nas plataformas de videogames,que agora também são plataformas sociais. Entre elas,citou GTA Online,GTA RP e espaços virtuais como Roblox e Fortnite.

- O grande triunfo da Kings League foi entender que o esporte tradicional precisava gerar conteúdo em redes sociais,que precisava gerar discussão,disse o empresário.

Crescimento do mercado brasileiro

Durante o painel ‘Game On,Brasil: fomento,inovação e a vitrine da Gamescon’,Rodrigo Terra,presidente da Associação Brasileira das Desenvolvedoras de Games (Abragames) destacou a resiliência da indústria nacional,que parece não sofrer tanto quanto a internacional. Fora do Brasil,o mercado passa por instabilidades,demissões em massa e incertezas quanto ao futuro.

- O mercado brasileiro acabou surgindo e crescendo pelas próprias pernas. A gente acabou crescendo de uma forma muito sustentável,porque foi mais devagar,a gente não tinha o capital que têm os outros mercados,nos Estados Unidos,Europa.

O profissional apontou que agora é a hora do governo começar a participar com vontade.

-Agora,a gente está num bom momento para um impulsionamento do poder público,para que se invista mais no setor,tanto a nível federal quanto estadual e municipal,para a gente poder ter um mercado que não é mais só sustentável,mas é um mercado em franco crescimento."

Segundo levantamentos da própria Abragames e da Newzoo,o Brasil é o maior mercado de games da América Latina,movimentando cerca de R$ 14 bilhões anuais,empregando mais de 13 mil profissionais diretamente e abrigando mais de 1.000 estúdios independentes de desenvolvimento de jogos.

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