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Segundo o SINTTAV,SNTCT,STT,Sindetelco,Sicomp,Tensiq,FE e Sinquadros,o acordo alcançado,embora "seja limitado face ao aumento do custo de vida",fica acima da proposta inicial da empresa.

 

O texto sublinha que a convergência entre os oitos sindicatos e a pressão durante o processo "foram determinantes para conseguir avanços",como a subida para 24 dias de férias por ano ou a consagração do dia 31 de dezembro como dispensa genérica no acordo coletivo de trabalho.

O acordo prevê o aumento de vencimentos em 2,5% para a totalidade dos trabalhadores com efeitos a 01 de julho,a atualização do subsídio de refeição para 10,46 euros e o de subsídio de pequeno-almoço para 3,40 euros.

Além disso,ficou estabelecido um salário mínimo garantido de 970 euros para quem estiver a serviço (980 euros na Madeira e 966 nos Açores).

"Importa sublinhar que estas alterações não resultam de qualquer iniciativa espontânea da empresa,mas sim da ação firme e determinada destes sindicatos,que desde o primeiro momento rejeitaram as propostas iniciais e exigiram uma resposta mais justa para quem diariamente garante os resultados da empresa",enfatizam.

Os sindicatos apontam que o acordo coletivo é "um instrumento essencial de progresso social e solidariedade" que garante a preservação dos direitos.

Os sindicatos disseram ainda que vão entregar à presidente executiva (CEO) da Meo,Ana Figueiredo,uma declaração "reivindicando o compromisso da reabertura do processo negocial caso a inflação registe uma subida significativa".

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