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Petroleiro ligado à 'frota fantasma' russa deixa porto na França após pagamento de multa

2026-04-16 HaiPress

França intercepta petroleiro ligado à 'frota-fantasma' russa no Mediterrâneo — Foto: Reprodução/X

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GERADO EM: 16/04/2026 - 05:50

Petroleiro Russo Deixa Porto Francês Após Pagar Multa por Sanções

Um petroleiro suspeito de pertencer à "frota fantasma" russa foi liberado do porto francês de Marselha após pagamento de multa,após ser interceptado por suspeita de burlar sanções ao petróleo decorrentes da guerra na Ucrânia. O navio "Deyna",antes detido,agora segue para a China. A França intensifica a vigilância sobre embarcações russas suspeitas de driblar sanções internacionais.

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Um petroleiro suspeito de integrar a chamada “frota fantasma” usada pela Rússia para exportar petróleo deixou o porto francês onde estava retido desde março,após o pagamento de uma multa,informaram autoridades nesta quinta-feira.

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O caso ocorre em meio ao monitoramento crescente de embarcações utilizadas por Moscou para contornar as sanções ocidentais impostas após a invasão da Ucrânia,em 2022. Países europeus mantêm esses navios sob vigilância por suspeitas de transporte irregular de petróleo.

O navio “Deyna”,que partiu de Murmansk,no noroeste da Rússia,navegava sob bandeira de Moçambique e estava detido em Marselha. A embarcação foi interceptada pela França,com apoio do Reino Unido,nas proximidades das ilhas Baleares,na Espanha.

Segundo a prefeitura marítima e a promotoria local,o petroleiro foi liberado após seu proprietário se declarar culpado na quarta-feira por “não apresentar provas da nacionalidade do navio” e efetuar o pagamento de uma multa,cujo valor não foi divulgado.

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Rota para a Ásia e vigilância europeia

O “Deyna” deixou o porto assim que a ordem de detenção foi suspensa. Nesta quinta-feira,a embarcação já se encontrava a mais de 300 quilômetros ao sul da costa francesa,entre a Sardenha e as ilhas Baleares,com destino à China,de acordo com os portais Vesselfinder e Marinetraffic.

Desde setembro,a França já abordou três embarcações suspeitas de integrar a “frota fantasma” russa,incluindo o “Deyna”. Esses navios costumam alterar frequentemente suas bandeiras ou operar com registros considerados inválidos,estratégia usada para dificultar a identificação e driblar restrições internacionais.

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