Casa Revista de moda Obra de arte círculo social Transação imobiliária Notícias atuais MAIS

Proposta fictícia de compra da PDG Realty vai a julgamento

2026-04-16 HaiPress

PDG — Foto: Divulgação

RESUMO

Sem tempo? Ferramenta de IA resume para você

GERADO EM: 15/04/2026 - 20:29

CEO da PDG Realty Enfrenta Acusações após Proposta Falsa de Compra

A proposta fictícia de compra da PDG Realty,alegando interesse da chinesa Sun Hung Kai Properties,transformou-se em processo sancionador na CVM. Em fevereiro de 2025,a PDG anunciou a suposta oferta,causando um aumento temporário no valor de suas ações. Posteriormente,foi revelado que a proposta era falsa. Agora,o CEO Maurício Tiso de Souza enfrenta acusações de informações falsas.

O Irineu é a iniciativa do GLOBO para oferecer aplicações de inteligência artificial aos leitores. Toda a produção de conteúdo com o uso do Irineu é supervisionada por jornalistas.

CLIQUE E LEIA AQUI O RESUMO

Mais de um ano depois de a construtora PDG anunciar ter recebido uma proposta de compra que,na verdade,era falsa,a lorota virou um processo sancionador — isto é,com acusação formulada e que vai a julgamento — na Comissão de Valores Mobiliários (CVM).

O caso ocorreu em fevereiro de 2025,quando a construtora informou que a chinesa Sun Hung Kai Properties (SHKP) havia proposto comprar a companhia brasileira por até R$ 171,7 milhões. Como as ações da PDG valiam apenas R$ 0,01 e a capitalização de mercado total da empresa era de pouco mais de R$ 17 milhões na ocasião,os papéis chegaram a dobrar de valor durante parte do pregão seguinte na Bolsa.

Sem informações

Procurada pela imprensa,a chinesa SHKP negou prontamente ter enviado qualquer proposta de aquisição à PDG. Quando a mentira veio à tona,a brasileira disse que,embora tenha recebido uma proposta,não havia obtido mais informações sobre sua procedência.

Acionistas minoritários,claro,foram se queixar à CVM,que agora resolveu acusar o CEO e diretor de relações com investidores da PDG,Maurício Tiso de Souza,em processo sancionador sobre “eventual prestação de informações falsas”. O executivo havia assumido o cargo poucas semanas antes de a oferta fictícia surgir.

Declaração: Este artigo é reproduzido em outras mídias. O objetivo da reimpressão é transmitir mais informações. Isso não significa que este site concorda com suas opiniões e é responsável por sua autenticidade, e não tem nenhuma responsabilidade legal. Todos os recursos deste site são coletados na Internet. O objetivo do compartilhamento é apenas para o aprendizado e a referência de todos. Se houver violação de direitos autorais ou propriedade intelectual, deixe uma mensagem.

Mais recentes

O Irã e as 'três' festas de Trump

Com articulação patinando no Congresso, ministro da Fazenda prepara terreno para barrar pautas-bomba no STF

Pesquisa mostra que americanos reduziram o pagamento de gorjetas; veja em quais países ela ainda é esperada de turistas

Com voto de Toffoli, STF retoma julgamento de recursos sobre decisão que ampliou responsabilização de big techs

Guerra contra o Irã estremece relação entre Trump e Netanyahu e expõe divergências entre EUA e Israel

Aposentadoria de agentes de saúde, piso para médicos e dívidas rurais: entenda projetos da 'pauta-bomba' do Senado

© Direito autoral 2009-2020 Capital Diário de Lisboa    Contate-nos  SiteMap