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Combustíveis ficam mais baratos já amanhã: Recorde os valores

Se precisa de atestar,aguarde: a próxima semana deverá trazer um alívio nos preços dos combustíveis. As previsões apontam para uma redução maior no caso do gasóleo,adiantou a Associação Nacional de Revendedores de Combustíveis (Anarec) ao Notícias ao Minuto. 

 

O preço do gasóleo deverá descer cerca de 5,5 cêntimos,ao passo que a gasolina deverá ficar três cêntimos mais barata já na segunda-feira,de acordo com as previsões dos revendedores de combustível. 

De recordar que a cotação do barril de petróleo Brent para entrega em junho terminou na quinta-feira no mercado de futuros de Londres em alta de 1,23%,para os 95,92 dólares.

O crude do Mar do Norte,de referência na Europa,fechou a sessão no Intercontinental Exchange a cotar 1,17 dólares acima dos 94,75 com que encerrou as transações na quarta-feira.

A subida foi atribuída às dúvidas sobre a duração do cessar-fogo de duas semanas na guerra livrada por Israel e EUA ao Irão,perante as restrições ao tráfego no Estreito de Ormuz e os ataques de Israel ao Líbano.

O analista Fawad Razaqzada,da StoneX,comentou que os investidores esperam para terem mais "clareza" sobre a guerra no Médio Oriente: "Crescem as dúvidas sobre se o cessar-fogo entre os EUA e o Irão se vai manter,se bem que exista algum otimismo. As negociações oficiais entre representantes dos UA e do Irão estão previstas que comecem em Islamabade,no Paquistão,mas com os ataques constantes de Israel no Líbano,a situação permanece frágil",disse.

Ao considerar futuros desenvolvimentos,Razaqzada apontou como o melhor dos cenários um em que,com a redução das tensões,a reabertura do Estreito de Ormuz e a recuperação da oferta de petróleo no mercado,o crude poderia começar a cotar em torno dos 90 dólares.

No cenário oposto,assistir-se-ia ao fim do cessar-fogo,o que pode levar o barril para preços acima dos 100 dólares,quiçá mesmo para os 120,dependendo da gravidade da situação.

Petróleo afundou com a trégua,mas voltou a recuperar

Na quarta-feira,recorde-se,o barril de Brent chegou a cair 16% para 91 dólares,a maior queda desde 9 de março de 2020,quando terminou a sessão a cair 24,10%,e a segunda maior em 35 anos.

Caso se mantivesse a tendência de descida verificada na última sessão,os preços dos combustíveis poderiam baixar ainda mais e até houve analistas a antecipar uma redução na ordem dos dois dígitos. 

O conflito começou em 28 de fevereiro de 2026,quando os Estados Unidos e Israel atacaram o Irão,que retaliou com mísseis e drones,bem como com o bloqueio parcial do Estreito de Ormuz,importante rota do petróleo mundial.

Tal bloqueio causou forte alta nos preços de petróleo e gás,gerando volatilidade nos mercados de energia.

Os efeitos económicos globais também têm vindo a incluir pressão inflacionária,aumento dos custos de transporte e logística e instabilidade nos mercados financeiros.

Após mais de um mês de confrontos,o cessar-fogo provisório anunciado na quarta-feira trouxe algum alívio,mas a incerteza geopolítica e os impactos sobre cadeias de abastecimento e preços de energia devem persistir nos próximos meses.

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